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Glauber Braga foi cassado pela comissão de ética da câmara e anunciou greve de fome

Glauber Braga foi cassado pela comissão de ética da câmara e anunciou greve de fome

O deputado federal Glauber Braga (PSOL-RJ), conhecido por sua postura intolerante e agressiva, encontra-se no centro de uma nova polêmica. Após o avanço do relatório que defende a perda de seu mandato, Braga anunciou que iniciará uma greve de fome. “Não vou ser derrotado pelo Arthur Lira (PP-AL) e pelo orçamento secreto”, declarou o deputado, em tom desafiador.

O Processo de Cassação de Glauber Braga

O processo de cassação de Glauber Braga teve como estopim um incidente ocorrido em abril de 2024. Na ocasião, o deputado expulsou, aos chutes, um integrante do MBL (Movimento Brasil Livre) das dependências da Câmara dos Deputados mas parece não ter se arrependido. O partido Novo, autor da representação, acusou Braga de quebra de decoro parlamentar.

A votação na comissão de ética resultou em 13 votos favoráveis à cassação e cinco contrários, sem abstenções. A decisão gerou grande tumulto e polarização no cenário político. Parlamentares da oposição protestaram contra o encerramento das discussões e a aprovação do pedido de votação. O deputado ameaçou fazer greve de fome mas isso não é algo que vá salvá-lo.

Recursos e Próximos Passos para Glauber Braga

Ainda há possibilidades de recurso para Glauber Braga. Ele pretende recorrer à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) com o auxílio de seus advogados. Caso o recurso seja rejeitado, o caso será analisado pelo plenário da Câmara, onde são necessários pelo menos 257 votos favoráveis para a cassação do mandato.

Braga declarou que permanecerá nas dependências da Câmara durante todo o processo. Ele expressou sua determinação em resistir ao que considera uma perseguição política. “Vou permanecer nessa sala, no Congresso, até a finalização desse processo. Estou o dia inteiro de jejum e, a partir de agora, não vou me alimentar”, afirmou.

A Acusação de Quebra de Decoro Parlamentar Contra Glauber Braga

A acusação de quebra de decoro parlamentar se baseia na alegação de que Braga extrapolou os limites de seu mandato. O relator do caso, Paulo Magalhães (PSD-BA), defendeu a cassação, argumentando que o deputado abusou de suas prerrogativas. “Diante das provas produzidas nos autos, verifica-se que o representado extrapolou os direitos inerentes ao mandato, abusando, assim, das prerrogativas que possui”, disse Magalhães em seu relatório.

Além disso, o deputado do PSOL já chamou Lira de “bandido” no plenário. O parlamentar prestou depoimento na PF (Polícia Federal) em ação que investiga uma possível manobra do ex-presidente para liberar R$ 4,2 bilhões em emendas.

O Histórico de Cassação na Câmara e o Caso de Glauber Braga

Entre 2002 e 2024, o Conselho de Ética da Câmara aprovou 23 relatórios pedindo a cassação de deputados. No entanto, apenas oito perderam o mandato. A cassação de Brazão foi aprovada no Conselho de Ética em agosto de 2024, mas ainda não foi analisada pelo plenário. Lira encerrou as atividades legislativas na Câmara no dia 20 de dezembro e deixou a presidência sem pautar a perda de mandato do parlamentar. Não há previsão de Motta levar o caso ao plenário.

Os deputados cassados desde 2002 foram: Flordelis (PSD-RJ), Natan Donadon (PMDB-RO), Eduardo Cunha (MDB-RJ), André Vargas (PT-PR), Roberto Jefferson (PTB-RJ), André Luis (MDB-RJ), José Dirceu (PT-SP) e Pedro Corrêa (PP-PE). É importante ressaltar que os partidos mencionados são os dos deputados à época das cassações.

O Incidente com o Integrante do MBL e a Reação de Glauber Braga

Glauber Braga foi cassado pela comissão de ética da câmara e anunciou greve de fome

O incidente que motivou o processo de cassação envolveu a expulsão de Gabriel Costenaro, integrante do MBL, da Câmara dos Deputados. Braga admitiu ter empurrado e chutado Costenaro, além de tê-lo xingado, entretanto, o deputado alega que agiu em defesa de sua honra e de seus colegas, após provocações e ameaças por parte do integrante do MBL.

Braga afirmou que não se arrepende de seus atos. Ele sustenta que Costenaro o persegue e o provoca repetidamente.

“Não peço desculpas por nada que fiz”, declarou o deputado ao UOL. “Não temos que aguentar ameaça, intimidação de fascista de plantão em todo lugar que a gente está. Não vamos aceitar e achar normal”.

Mesmo diante do avanço do processo de cassação, o deputado federal Glauber Braga (PSOL) não mudou sua postura, alega defender democracia mas não pensa duas vezes antes de expulsar um cidadão aos chutes da “casa do povo”.

Pensou que era a casa da mãe Joana, mas pensou errado.


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Respostas de 4

  1. Muito bem seu calhorda! Tanta gente passando fome e você com frescuras. Tenha vergonha nessa cara! Thau querido!!!

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