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Acabou a lacração: Após Meta, Amazon também declara o fim da diversidade de gênero na empresa

Fim da diversidade de gênero na Amazon

Recentemente, a Amazon tomou uma decisão inesperada ao seguir os passos da Meta, marcando o início do fim da diversidade de gênero na empresa. Além disso, esta mudança ocorre em resposta à crescente oposição de grupos conservadores e, portanto, a decisões recentes da Suprema Corte dos EUA.

O impacto das decisões judiciais nos programas de inclusão

A vice-presidente de experiências inclusivas e tecnologia da Amazon, Candi Castleberry, anunciou em um memorando que a empresa está “encerrando programas e materiais desatualizados”. Marcando o início do fim da diversidade de gênero.

A decisão faz parte de uma revisão mais ampla de centenas de iniciativas, com foco em programas que já apresentam resultados comprovados. No entanto, a declaração não especifica quais programas serão abandonados.

Reações e implicações para o futuro

Além disso, funcionários da Meta já expressaram descontentamento com o fim da diversidade de gênero na empresa. Um funcionário criticou a atitude, afirmando que “se você não mantém seus princípios quando as coisas ficam difíceis, eles não são valores. Eles são hobbies”.

Essa opinião de “funcionários” que mais parecem militantes de extrema-esquerda dentro das big-techs mostra o quão distante eles estão da realidade. Mas agora ficou óbvio que alguma realidades vão vir à tona, desde a perseguição da própria empresa até os desmandos de determinados tribunais.

A diversidade de gênero e busca de ambiente inclusivo, duas mentiras contadas pela esquerda

A Amazon tem sido proativa na divulgação de dados anuais sobre a composição racial e de gênero de seus funcionários. Um gestor empresarial que desconsidera a capacidade e a competência para contratar alguém pela cor da pele ou pelos teus múltiplos “gêneros” comete racismo?

Em 2020, a Amazon estabeleceu uma meta de dobrar o número de funcionários negros em posições de vice-presidência e diretoria. Em 2021 prometeu aumentar 30% a contratação de funcionários negros para gerência de produtos e engenharia.

O que o gestor do Amazon pretendia com essa atitude? Será que seria fazer “justiça-social”? Ou ele estava declarando que caso não fosse sua clemência na criação das cotas aqueles negros não teriam capacidade de conquistar aqueles cargos por mérito próprio?

A tal política de defesa da diversidade de gênero pode ser considerado como sendo algo saudável para sociedade? É preconceito de quem quer o fim da diversidade de gênero no mundo? A tal política de diversidade de gênero foi revelada como um subterfúgio ideológico de cooptação de crianças para um determinado espectro político.

O aceno conservador global

O aceno conservador está surgindo como um leão feroz que pretende proteger o seu filhote, mas que entendeu que para isso, é necessário o fim da diversidade de gênero. A turma da lacração está preocupada com o que eles denominam como “política inclusivas” mas não se preocupam com o que os pais e as mães pretendem filtrar para os seus filhos.

Empresas como o McDonald’s, que haviam perdido o foco em manter um ambiente familiar agradável diante da lacração LGBT, estão revisado suas práticas. Mas isso é algo que já havia passado da hora de acontecer.

A pressão externa pelo fim da cultura da diversidade

A vitória de Donald Trump nos EUA em 2024 não é o fator que está provocando o fim da política de diversidade de gênero, mas ela é um consequência o aceno conservador como qualquer outra.

O aceno global ao conservadorismo elegeu Trump nos EUA, Javier Milei na Argentina e Nayib Bukele em El Salvador e certamente elegerá o Bolsonaro no Brasil em 2026 caso ele esteja elegível, ou então o candidato que ele apontar.

Esse aceno representa o cansaço que a maioria de pais e mães de família sentem durante a luta incansável pelo fim da diversidade de gênero. Como afastar aquele indivíduo de cabelo colorido que pretende determinar a opção sexual ao seu filho antes de lança-lo no mundo das drogas?

Eis a questão mais importante enfrentada pelos pais que lutam contra a cultura woke! É portanto um dos principais fatores do aceno conservador no mundo.

Corrupção é algo que sempre aconteceu e nem por isso a população se revoltou tanto, mas mexer com nossos filhos é inadmissível. Cada um tem o direito de fazer o que quiser com sua liberdade, mas deixem nossos filhos em paz!


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Respostas de 6

  1. Não tenho preconceito quanto a cor da pele, e nem da opção sexual, pois somos do todos “seres humanos”, portanto irmãos.
    Sou contra a cota racial e a de diversidade de gênero. Acredito que o critério para a contratação de um colaborador, deve ser pela sua capacidade e pela boa índole

    1. Com certeza você está super certo!

      Cota racial pra mim é vista como vaga de deficiente, que realmente precisa estar mais próxima da entrada de cada estabelecimento e também deve estar disponível para o deficiente!

      Mas cor não é deficiência!

      O mesmo eu digo para a opção sexual de cada um, isso eu respeito facilmente!
      Mas diversidade de gênero até parece uma deboche para inteligência humana!

      Existe homem e mulher! Simples assim.

      Tirando a opção sexual de cada um que é de livre arbítrio, o restante fora isso é débil mental mesmo!

  2. Cota racial em universidade é mais do que uma discriminação, a capacidade do ser humano não depende da cor da sua pele.
    Quanto a diversidade de gênero é muito simples, homem é homem e mulher é mulber, nao vai ser um cabelo vernelho, amarrlo, rosa ou outra cor que vai mudar o sexo de quem nasceu macho ou femea.

  3. Não sou negra mas, como descendente de negros, sempre tive que lutar muito para ser inserida e digo lutar muito, para me qualificar, não para obter favores que só me desvalorizavam…como qualquer outra pessoa que visa ter sucesso na vida… bem assim…cotas para mim é atestado de pobreza de espírito, ser tirado da competição antes de se dar o primeiro passo!!!

  4. Concordo com todos. A sociedade de hoje não deve nada aos negros, asiáticos, índios ou qualquer outra raça. Cota racial, de gênero é só uma forma de dizer: olha, você é tão incapaz, que só está aqui por conta da cota que disponibilizamos. Quantos na minha época de criança e infância que eram negros, homossexuais, pobres, favelados e que conseguiram entrar em boas escolas, boas faculdades. O que torna uma pessoa cidadã, educada, inteligente, capaz, não é sua cor ou seu sexo, opção sexual. É a sua capacidade de lutar e seguir em frente. Conheci várias pessoas que hoje são diretores de empresas, tem seu próprio negócio, são juízes, cantores e sem precisar de cotas. Chega na frente quem se esforça. Com a tal cota, fica mais fácil dar chance para os “amiguinhos”. Quem não entrou, foi por conta do número das cotas. Dos todos seres humanos. Somos todos iguais. Logo merecemos direitos e respeito iguais. Simples assim. Quer destruir uma sociedade? Divide a família e a sociedade em grupos sociais cada vez menores e verão cada grupo lutar somente por eles e tentar destruir o outro grupo. Não importa se a pessoa é negra, branca, amarela, heterossexual, homossexuais, ou qualquer outro gênero. Todos são iguais. São pessoas que merecem respeito.

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